Uma lágrima na porta...
pequenos erros sem muita salvação,
passos e passados naquela direção...
luzes nas distâncias,
perdas por esperanças;
e mais nada que pudesse inventar mais uma história...
o salvador não guardava o mistério,
na chuva pela estrada;
cada caminho era uma encruzilhada até a dor.
dúvidas nas razões;
crenças iludidas por algumas simples senhoras,
no tempo que os relógios de parede não tinham,
no sentimento que alguns corações viviam;
para se entender por um silêncio,
o que qualquer palavra já tivesse o erro.
nada mais para se criar ou mudar,
pelos lares sem flores,
por lugares sem o sol,
as pessoas se foram,
as marcas já deixadas tinham sido esquecidas,
as lembranças pelas saudades tão arrependidas...
a voz sentia a falta,
o olhar já dizia tão calado;
pelas lágrimas em um quarto de acaso;
ela tinha se tornado a tristeza a me esperar...
28/07/2012
27/07/2012
OPÑR
O relato a Maria
esperando pelos outros dias novamente,
seguidos por passos diferentes,
e nada será igual,
e nada se foi ainda comigo;
por algum lugar tão longe dentro de mim,
por alguma distancia já marcada...
deixe o que não for passar,
lembre se precisar,
caminhe para perto daquelas belas avenidas vazias...
as ilusões talvez não mudem,
as mentes que inventam quase cegam;
e muitas coisas se deixam calar apenas por medo,
um pouco do para sempre acabou;
sempre tão vagamente e sozinho,
palavras pelo seu céu feliz ao final de mais um dia.
quase sem tempo,
pelo momento exato onde passava;
quase afundado em minhas próprias lágrimas,
naquele instante que fechava os olhos;
nada mais seguiria a luz,
nada mais despertaria o sonho;
por um caminho de segredos mortos,
as minhas últimas revelações relataram o meu amor...
esperando pelos outros dias novamente,
seguidos por passos diferentes,
e nada será igual,
e nada se foi ainda comigo;
por algum lugar tão longe dentro de mim,
por alguma distancia já marcada...
deixe o que não for passar,
lembre se precisar,
caminhe para perto daquelas belas avenidas vazias...
as ilusões talvez não mudem,
as mentes que inventam quase cegam;
e muitas coisas se deixam calar apenas por medo,
um pouco do para sempre acabou;
sempre tão vagamente e sozinho,
palavras pelo seu céu feliz ao final de mais um dia.
quase sem tempo,
pelo momento exato onde passava;
quase afundado em minhas próprias lágrimas,
naquele instante que fechava os olhos;
nada mais seguiria a luz,
nada mais despertaria o sonho;
por um caminho de segredos mortos,
as minhas últimas revelações relataram o meu amor...
08/07/2012
OPÑR
A minha parte sem ter a outra metade...
por essas últimas palavras já trilhadas,
pelos olhos calados e desencontros,
por pensamentos sempre tão distantes da minha vida;
muitas marcas não tiveram caminhos,
muitas vezes se foram sem deixar passos,
as histórias eram as mesmas de antes,
aquele dia que o ontem se vivia estava me deixando um pouco perdido...
o tempo consumia as tempestades,
o silêncio de uma lágrima,
o grito por dentro da pele,
a perda arrependida e inesperada,
a dor tão insubstituída e abalada,
traços sem consolo,
laços sem união,
as voltas por um mesmo lugar frio e vazio,
os caminhos já não tinham a direção.
de uma maneira sórdida algumas formas se perderam,
atrasar o meu fim,
de um tempo que nunca terei,
de algumas histórias por amargas pílulas de um destino,
por pensar em ter aquilo que se tornou a noite...
por essas últimas palavras já trilhadas,
pelos olhos calados e desencontros,
por pensamentos sempre tão distantes da minha vida;
muitas marcas não tiveram caminhos,
muitas vezes se foram sem deixar passos,
as histórias eram as mesmas de antes,
aquele dia que o ontem se vivia estava me deixando um pouco perdido...
o tempo consumia as tempestades,
o silêncio de uma lágrima,
o grito por dentro da pele,
a perda arrependida e inesperada,
a dor tão insubstituída e abalada,
traços sem consolo,
laços sem união,
as voltas por um mesmo lugar frio e vazio,
os caminhos já não tinham a direção.
de uma maneira sórdida algumas formas se perderam,
atrasar o meu fim,
de um tempo que nunca terei,
de algumas histórias por amargas pílulas de um destino,
por pensar em ter aquilo que se tornou a noite...
24/06/2012
OPÑR
Nesses dias pelas últimas palavras...
algumas histórias faladas em cartas,
o tempo admitia qualquer que fosse a lembrança;
e estive mal julgando os lugares,
aquelas pequenas semelhanças se foram...
nesses dias que vivemos cada erro,
nessas voltas sem mudanças,
pelas estradas vazias,
por noites quase infinitas;
algumas solidões poderiam me ajudar,
pelos passos que eu tivesse que andar,
alguma vida em mim iria iluminar;
talvez muros altos não criassem distâncias,
mas as palavras me deixavam um pouco mais longe,
e até hoje sinto algo diferente quando relembro momentos;
por dias perfeitos,
pelo silêncio do sentimento,
e eu ainda acho que o fim não acaba assim...
algumas histórias faladas em cartas,
o tempo admitia qualquer que fosse a lembrança;
e estive mal julgando os lugares,
aquelas pequenas semelhanças se foram...
nesses dias que vivemos cada erro,
nessas voltas sem mudanças,
pelas estradas vazias,
por noites quase infinitas;
algumas solidões poderiam me ajudar,
pelos passos que eu tivesse que andar,
alguma vida em mim iria iluminar;
talvez muros altos não criassem distâncias,
mas as palavras me deixavam um pouco mais longe,
e até hoje sinto algo diferente quando relembro momentos;
por dias perfeitos,
pelo silêncio do sentimento,
e eu ainda acho que o fim não acaba assim...
22/06/2012
OPÑR
A história de cada garota pela minha lembrança...
uma jovem do oeste,
olhar atraente e distraído;
aqueles passos sem marcas deixavam escolhas,
e tudo foi ficando mais velho e esquecido;
e ela se foi para longe pela Califórnia...
quando me tornei alguma desculpa,
sem perdão me deixei diante da sua cura;
quando o tempo se tornava alguma solução,
pelo amor te esperei perante a minha saudade;
e tudo se foi pelo vento,
os meus amigos já seguiam outros caminhos,
as minhas palavras já não eram as mesmas,
o destino estava mudando os dias;
e por todas as vezes que andei sozinho,
e até pelas chances que deixei passar;
o meu rumo já estava sem algum horizonte tranquilo para se deixar viver.
aquela menina tão frágil,
que construía os muros em minha mente,
que calava cada lágrima com a minha insanidade,
que não decidia nem permitia;
um simples mundo cheio de pequenos labirintos;
um lugar para se tornar um abrigo e a dor;
e era assim que ela seguia ultrapassando aquelas memórias sem medo...
uma jovem do oeste,
olhar atraente e distraído;
aqueles passos sem marcas deixavam escolhas,
e tudo foi ficando mais velho e esquecido;
e ela se foi para longe pela Califórnia...
quando me tornei alguma desculpa,
sem perdão me deixei diante da sua cura;
quando o tempo se tornava alguma solução,
pelo amor te esperei perante a minha saudade;
e tudo se foi pelo vento,
os meus amigos já seguiam outros caminhos,
as minhas palavras já não eram as mesmas,
o destino estava mudando os dias;
e por todas as vezes que andei sozinho,
e até pelas chances que deixei passar;
o meu rumo já estava sem algum horizonte tranquilo para se deixar viver.
aquela menina tão frágil,
que construía os muros em minha mente,
que calava cada lágrima com a minha insanidade,
que não decidia nem permitia;
um simples mundo cheio de pequenos labirintos;
um lugar para se tornar um abrigo e a dor;
e era assim que ela seguia ultrapassando aquelas memórias sem medo...
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